segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Contar gotas para dormir, gotas de uma esperada chuva de tempo seco.
E como que se faz mesmo, aquele doce que minha mae fazia, e deixava a casa inteira suspensa em pensamentos, permeada pelo cheirinho de coisa-que-marca-infancia.


Lembro-me de que no fim, todo mundo quer sobreviver. Estamos todos ombros a ombros quando se revela uma gravidade dessas. Ninguem, nem um passo a frente, nada nos diferenciara.

Dizem que guerreiro nao teme batalha, mas teme sim. E aquele velho cliche, eu me lembro, de que coragem nao eh ausencia de medo, mas tomar decisoes apesar do medo.
Sinto medo. Mas nao estou paralisado.

Poderia dizer que estou pronto para outra, mas isso seria dar chance ao azar.

Um comentário:

Chá de Fita disse...

o bichinho sortudo esse tal de azar, quando ele aparece, não perde uma!